Empresas portuárias apostam em substituição sustentável e fazem investimentos pautados no ESG

Até 2040, Santos Brasil, DP World e Citrosuco pretendem remodelar a utilização de energia não renovável, investindo em substituições sustentáveis com foco em questões ambientais, além de integrar vertentes que partem dos princípios sociais e de governança.

Com a missão de reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa, as instituições (Santos Brasil, DP World e Citrosuco) estão adquirindo equipamentos de nova matriz energética com origem renovável, utilizando a rastreabilidade do I-REC (o Código I-REC fornece as regras para um sistema de rastreamento padronizado o que pode ser implementado em qualquer país ou região)  para neutralizar o consumo de energia.

Ainda que, em sua maioria, os equipamentos utilizados, responsáveis pela emissão de dióxido de carbono (CO2) estejam sendo substituídos gradativamente por equipamentos elétricos, a meta é chegar a uma redução completa do uso de energia não renovável.

Investimentos em energias renováveis ajudam na redução de gases tóxicos e a aquisição de novos equipamentos eletrônicos tem auxiliado positivamente no bem-estar dos colaboradores. Adotando uma operação estritamente remota, os funcionários podem passar a trabalhar na central de controle, em um ambiente climatizado e ergonômico.

A participação de empresas em programas sociais é importante para o setor logístico, pois, cursos como Formare (programa focado em qualificar profissionalmente adolescentes em situação de vulnerabilidade econômica e social), podem oferecer oportunidades aos jovens de atuar no contexto portuário.

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